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A edição da Carne de Sol 2017 é uma nítida amostra que Olivanio Remígio e Lucas Marques seguem seu equilíbrio.


O Prefeito da cidade de Picuí adotou medidas de contingenciamento de despesas cortando o próprio salário; do vice e dos seus confiáveis. Pode parecer demagogia ou sei lá qual interpretação que você dá sobre a decisão, porém, o que os GESTORES DA REGIÃO precisam entender é que a população precisa sentir que alguma coisa está sendo feita e a gestão está indo além do discurso das dificuldades encontradas.

Administrativamente e politicamente falando, Olivânio é duro e precisa ser. Aliais, todos os governos que vieram das oposições precisam e deveriam ter adotados medidas mais enérgicas para com os seus governos, tendo em vista, que receberam o aval da maioria da população para tal. Porém, sabemos que na pratica, as pessoas acreditam que não existe incômodo ao se arrumar uma casa, quando existe.

O arrocho financeiro é real e se engana quem acredita que não. Para conter ou aliviar essa postura dura de Olivânio, a figura de Lucas vem sendo fundamental. 

Lucas é jovem, e só tem a ganhar quando entender que na vida pública certos trunfos se conseguem com paciência e com classe.

O vice-prefeito do PSD sai bem avaliado a nível estadual e regional pela organização do evento que, indiscutivelmente, foi um grande evento.

Ele acertou na infraestrutura, acertou na segurança e acertou na organização. Problemas pontuais podem ter acontecido, mas não tem como chegar aqui e não reconhecer que houve empenho em tentar se acertar.

As discussões que foram levantadas em nível legislativo e partidário fazem parte do conjunto da obra e seria até estranho se elas não acontecessem.

O fato é que as administrações do município de Picuí têm em mãos um evento de renome que se utilizado de forma inteligente, e o melhor “criativa”, pode corroborar e muito no âmbito administrativo, econômico, turístico e o principal: Político.

Porém, é preciso saber enxergar o que se tem em mãos. Antes que seja tarde demais e o outro veja o que não se enxergou.


Por *Anderson Eliziário

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