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No ‘Dia da Escola’, paraibanos não tem o que comemorar, afirma Eliza Virginia.



A deputada Eliza Virgínia (PSDB) afirmou, nesta quinta-feira (15), que os paraibanos não podem comemorar o ‘Dia da Escola’, que é celebrado no país no dia 15 de março. “Com tantas escolas fechadas no Estado e com pouco investimento na educação da Paraíba, a população só pode lamentar”, afirmou à tucana.

“Não podemos retroceder na educação, mas melhorar cada vez mais. É um absurdo que o governador Ricardo Coutinho trate as nossas escolas desse jeito, caminhando na contramão, no retrocesso”, disse. A tucana também ressaltou a importância da escola. “É na escola que o estudante coloca em prática e aprende temas e conceitos essenciais para o dia a dia na sociedade”, finalizou.

Em contrapartida a isso, a parlamentar ressaltou algumas de suas bandeiras hasteadas voltadas para melhoria da educação, como por exemplo o Combate à Evasão Escolar e o Combate a Doutrinação ideológica dentro das salas de aula.

Também destacou a necessidade e importância de se valorizar e reconhecer aqueles alunos que se destacam em Olimpíadas de Conhecimento, como faz com os Prêmios Estudante de Destaque, onde todos os anos, mais de 300 (trezentos) alunos (rede pública e privada) recebem de suas mãos um reconhecimento da Câmara Municipal, por resultados alcançados nestas Olimpíadas, que são competidas nacional e internacionalmente.

"Visamos incentivar e valorizar os estudantes da rede municipal de ensino de João Pessoa, pois acreditamos que é pelo exemplo que conseguiremos melhorar a educação de nosso país" concluiu.

Dentre seus projetos, destacam-se o de Combate à Evasão Escolar, a Lei de Proibição de distribuição de Material Didático escolar que possuam imagens de cunho pornográfico e o ‘Escola sem Partido’, que garante a neutralidade do ensino político, ideológico e religioso no Estado. Ficando vedadas, em sala de aula, a prática de doutrinação política e ideológica, bem como a veiculação de conteúdos ou a realização de atividades de cunho religioso ou moral que possam estar em conflito com as convicções dos pais ou responsáveis pelos estudantes.


Assessoria

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