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DINHEIRO NAS CONTAS: Nova Palmeira e Cubatí juntos receberam mais de 1 milhão de reais na 1ª parcela do FPM de maio.



FPM de maio cresce 9,5% e prefeituras da PB recebem R$ 189 milhões nesta quinta-feira (10).

O governo federal depositou, nesta quinta-feira (10), o primeiro decêndio de maio do Fundo de Participação dos Municípios (FPF) nas contas das 223 prefeituras da Paraíba. O montante é de R$ 189,4 milhões brutos, o que representa um crescimento de 9,58% em relação ao repasse do mesmo período de 2017, no valor de R$ 172,9 milhões.

A Prefeitura de João Pessoa recebeu a maior fatia do bolo do FPM, referente à primeira cota de maio: R$ 20,7 milhões brutos. Por sua vez, a prefeitura de Campina Grande percebeu R$ 5,7 milhões brutos, enquanto Santa Rita fica com R$ 3,1 milhões e Patos, pouco mais de R$ 2,7 milhões. A Prefeitura de Bayeux embolsou R$ 2,5 milhões.

Sousa, Cabedelo e Cajazeiras receberam, nesta quinta, o mesmo valor bruto: R$ 2 milhões. Em relação aos 135 municípios menos populosos da Paraíba, cada prefeitura embolsa R$ 516 mil brutos. Entre eles, estão Alcantil, Aparecida, Boa Vista, Cabaceiras, Caldas Brandão, Cubati, Junco do Seridó, Marcação, Mataraca, Marizópolis, Nova Palmeira, Riachão, São Mamede, Serraria, Sobrado e Zabelê.

Acumulado

O valor total do FPM, com relação ao acumulado do ano, apresenta crescimento. O montante repassado aos Municípios no período de janeiro até o 1º decêndio de maio de 2018, registrou alta de 9,04%, em termos nominais, em relação ao mesmo período de 2017. Ao considerar o comportamento da inflação, observa-se que o FPM acumulado do ano de 2018 cresceu 6,21% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Apesar do cenário positivo, a análise dos Estudos Técnicos da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) alerta os gestores municipais a manterem cautela em suas gestões e ficarem atentos aos primeiros meses do ano ao gerir os recursos municipais. Historicamente, os recursos do FPM do primeiro semestre são superiores aos do segundo semestre, de forma a ser necessária a elaboração de um planejamento estratégico para não haver surpresas negativas no segundo semestre.


Com Josemar Barbosa

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