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Redução de 5% no preço do gás não vai ser repassada imediatamente ao consumidor.


Segundo presidente de sindicato, revendedores aguardam posição de distribuidoras para definir preço final.

A redução de 5% no preço do gás de cozinha, anunciada pela Petrobras para entrar em vigor sexta-feira (19), não será percebida no bolso do consumidor – pelo menos não imediatamente. De acordo com Marcos Teixeira, presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás GLP da Paraíba (Sinregás-PB), a diminuição no valor se refere ao preço de venda às distribuidoras.

“A Petrobras vai vender às distribuidoras por cerca de R$ 23, mas ainda não sabemos por quanto elas vão vender para nós, revendedores”, explica Teixeira. “Por isso, estamos esperando uma posição das distribuidoras para analisar uma possível redução”, afirmou.

Conforme Marcos, caso as empresas de distribuição repassem a redução da Petrobras aos revendedores, o valor será diminuído ao chegar para o consumidor final. “O que nós recebermos de redução será automaticamente repassado através do preço”, garantiu. “Afinal, essa medida da Petrobras não foi tomada para beneficiar distribuidor ou revendedor, mas sim o consumidor”, finalizou.

O gás de cozinha está sendo vendido a um preço médio de R$ 70 em João Pessoa; uma redução hipotética de 5% sobre o preço final implicaria em uma economia de R$ 3,50 para o consumidor.

Petrobras modificou critérios para reajustes dos preços

De acordo com a Petrobras, foram definidos novos critérios para reajustes do gás liquefeito de petróleo (GLP) residencial e uma regra de transição para 2018, que permitirá a redução do preço do produto. A revisão de preços, que antes era mensal, será trimestral.

O preço médio de GLP residencial sem tributos comercializado nas refinarias da Petrobras será equivalente a R$ 23,16 por botijão de 13kg.



Jornal da Paraíba 

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