Comissão aprova projeto que reajusta valor per capita da Merenda Escolar.
Projeto de Lei (PL) que propõe a correção anual dos valores per capita
do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) foi aprovado pela Comissão de
Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, por unanimidade. A Comissão aprovou
o texto substitutivo, ao PL 5.690/2009 de autoria do Deputado Manoel Junior
(PMDB-PB), no dia 16 de maio.
Apenas uma alteração foi feita ao projeto
original, para incluir o item alimentação no Índice Nacional de Preços ao
Consumidor (INPC). A emenda sugerida pela Confederação Nacional de Municípios
(CNM) que assegurava o valor aluno/dia superior a R$ 0,42 – valor corrigido pela
inflação desde 1994 – não foi considerada.
A CNM defende que é necessária a garantia
em lei da correção do valor repassado pelo Pnae, para que não ocorra o
congelamento dos valores definidos, como forma de não se repetir o que aconteceu
no período entre 1994 e 2003, 2006 a 2009 e 2010 a 2011.
Reivindicações
O reajuste pelo INPC é um grande avanço, mas é necessário acompanhar a tramitação do PL no Senado Federal e buscar o atendimento das demais reivindicações de interesse municipalista.
Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, mesmo tendo caráter suplementar, a participação da União precisa ser ampliada e mais efetiva, para que os municípios não percam com investimentos retirados de outros setores.“É importante o comprometimento do governo federal em investir com mais recursos às demandas educacionais dos projetos desenvolvidos pelos Municípios”, complementa Ziulkoski.
O reajuste pelo INPC é um grande avanço, mas é necessário acompanhar a tramitação do PL no Senado Federal e buscar o atendimento das demais reivindicações de interesse municipalista.
Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, mesmo tendo caráter suplementar, a participação da União precisa ser ampliada e mais efetiva, para que os municípios não percam com investimentos retirados de outros setores.“É importante o comprometimento do governo federal em investir com mais recursos às demandas educacionais dos projetos desenvolvidos pelos Municípios”, complementa Ziulkoski.
Clickpicui com Agência CNM


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