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Guerra declarada: Gilma defende continuidade de aliança e Nonato quer candidatura própria.


A guerra está declarada dentro do Partido Popular Socialista da Paraíba (PPS-PB). Restando ainda quase dois anos para o próximo pleito eleitoral, quando os paraibanos irão às urnas escolher, entre outros, o governador a briga interna já teve início porque a legenda está dividida em duas alas a que defende a continuidade da aliança com o PSB e a que quer candidatura própria em 2014.

Uma dessas alas está seguindo o pensamento da presidente estadual do partido, Gilma Germano, que defende a continuidade da aliança firmada desde 2010 com o atual governador Ricardo Coutinho (PSB). A deputada disse que, nesse momento, o PPS não tem um nome forte para entrar na briga e, portanto, deve manter a união com os socialistas.

“Não será a presidente e nem Nonato Bandeira quem irá decidir isso, será numa discussão entre todos os membros que irá sair essa decisão. Nos nossos quadros não temos um nome com condições de ter uma candidatura própria. O PPS está ao lado do governo que tem trabalhado e trabalhado muito por toda a Paraíba. O PPS está com o governo e os prefeitos eleitos também estão”, afirmou Gilma durante entrevista concedida à emissora de rádio Correio FM.

O que diz Nonato Bandeira
O entendimento da deputada e presidente do partido, Gilma Germano, no entanto, não é compartilhada com o vice-prefeito de João Pessoa, Nonato Bandeira, que quer uma candidatura própria e já demonstra que o nome para essa disputa seria o do ex-prefeito da capital, Luciano Agra. “Se Agra entrar (se filiar ao PPS), e estamos lutando para isso, vamos ter uma chapa majoritária”, considerou Nonato.

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