Buba diz que intervenção no PPS/PB é golpe para aproximar PT.
Pré-candidato
a deputado estadual, e presidente da Famup, e ex-prefeito de Picuí Buba Germano
- sem partido – avaliou como um golpe a intervenção da executiva nacional do
PPS na Paraíba.
Em
entrevista concedida a rádio Campina FM, Buba, disse que a intervenção é um
golpe para tentar levar o partido a uma aliança com o PT. Ele garantiu que a
sua esposa, a deputada Gilma Germano deve continuar na presidência para não
deixar o PPS fazer oposição ao governo do Estado. Ele também disse que apesar
dos convites feitos por vários partidos, deve ficar junto da esposa, deputada e
presidente do PPS, Gilma Germano, se não houver intervenção do diretório nacional
na eleição para a presidência estadual.
–
A realização do congresso tem regras claras, em todos os partidos quem tem
mandato é quem vota. Esta intervenção da nacional é golpe. Será que por trás
disso não é só uma maneira de definhar uma legenda? Porque Nonato Bandeira tem
hoje ligação com o PT e o PPS é antagônico a este partido na política nacional
– questionou Germano.
Recentemente
a Executiva nacional do PPS dissolveu diretório da Paraíba e indicou o
ex-deputado federal José Régis Cavalcante (PPS-AL) para presidir uma comissão
provisória até a realização do Congresso Estadual.
As
duas principais lideranças do partido no Estado, a deputada Gilma Germano e o
vice-prefeito de João Pessoa Nonato Bandeira, integram a comissão provisória
que vai se reunir na próxima segunda-feira, em João Pessoa.
Como
foi proposto pela Executiva no último dia 10, Gilma Germano e Nonato Bandeira
indicaram dois nomes, cada, para também compor a comissão provisória. Antônio
Fábio Soares Carneiro e Douglas Lucena Moura de Medeiros foram indicados pela
deputada Gilma, enquanto Ronaldo Sérgio Guerra e Bruno Farias de Paiva entraram
pela cota de Nonato. O alagoano José Régis completa a Comissão formada por sete
membros.
PBAgora


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