NOVA PALMEIRA PB: Prefeitura lança o Plano de Recuperação de Área Degradada (Prad).
As áreas destinadas à disposição dos resíduos sólidos urbanos, sem a infraestrutura adequada para evitar os danos consequentes dessa atividade, têm seu futuro comprometido e são responsáveis pela degradação ambiental das regiões sob sua influência, mostrando uma realidade comum aos municípios brasileiros.
A disposição inadequada dos resíduos sólidos urbanos representa um grave passivo ambiental para a maioria dos municípios, configurando-se num grave problema de saúde pública. O envolvimento dos gestores municipais e da população em geral no processo de erradicação dos lixões é fundamental para a reversão desse passivo.
Visando a adequação ambiental da área do lixão de Nova Palmeira, a prefeitura municipal firmou contrato com a empresa de engenharia Empatech, e em cumprimento a Lei Federal nº 12.305, está lançando o Plano de Recuperação de Área Degrada (Prad), 2ª etapa da Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS), que trata do gerenciamento e das disposições finais dos resíduos sólidos do município.
O Prad
O presente plano foi desenvolvido com base nas informações obtidas nos estudos de avaliação ambiental preliminar a fim de caracterizar e diagnosticar os impactos ambientais negativos decorridos da disposição irregular de resíduos sólidos urbanos no Lixão. O plano em questão teve inicio em janeiro/2014 e finalizado em março do mesmo ano.
Área do Lixão e alternativa para uso futuro
A área denominada Lixão encontra-se ocupada por depósitos de lixo de espessuras variáveis, o qual deverá ser recoberto para permitir a implantação de um parque recreativo, com áreas e equipamentos para lazer. O local será terraplanado de forma que nos locais mais elevados e de topografia mais suave sejam construídos os platôs necessários e suficientes para receber o parque.
Opinião
O secretário de administração do município de Nova Palmeira, João Santos, comentou sobre os custos da obra:
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| Secretário João Santos comentou sobre os custos da obra |
“Este projeto para implantação dos aterros é uma determinação do Ministério do Meio Ambiente, onde todos os municípios tem até 02 de ago/2014 para conclusão. Acontece que o custo para isso é altíssimo que, segundo levantamento do próprio Ministério, chega a quase 8 milhões de reais. Não basta só determinar, eles teriam que criar um fundo anual para os municípios objetivando o custeio dessas obras. É fácil estabelecer decisões para que se faça o aterro, mas com esse custo, e sem a ajuda do Governo Federal para um município de pequeno porte como o nosso, que praticamente sobrevive de FPM, fica muito difícil”.
Assessoria de Imprensa



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