Congresso aprova Orçamento Geral da União para 2015.
Com
quase três meses de atraso, o Congresso Nacional aprovou na noite desta terça
feira (17), em votação simbólica, o
Orçamento Geral da União para este ano. A proposta deveria ter sido votada no
fim do ano passado para vigorar a partir de 1º de janeiro, mas por falta de
acordo a votação foi várias vezes adiada.
O texto aprovado está noite prevê recursos a fim de garantir as emendas
parlamentares para os deputados e senadores e aumentar os recursos a serem
destinados ao Fundo partidário.
De
acordo com o relator da proposta orçamentária, senador Romero Jucá (PMDB-RR),
as mudanças feitas no texto visam a “atender principalmente aos 265
parlamentares novos”. Pelas regras atuais, os
parlamentares que entraram este ano no Congresso só poderiam apresentar
emendas ao Orçamento do próximo ano. “Seria injusto que parlamentares novos
passem o ano sem ter condições de atender as suas bases para minorar as
dificuldades dos municípios brasileiros”, disse.
Os
novos deputados e senadores, que entraram este ano no Congresso, segundo Jucá,
contarão com cerca de R$ 10 milhões cada um em emendas, sendo que a metade
desses recursos será para o setor da saúde. O relator informou que na questão
dos recursos destinados ao Fundo Partidário, ele promoveu um reajuste elevando
o valor total de R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões para este ano.
“Aumentar o fundo é uma necessidade dos partidos e o inicio da discussão do
financiamento público”.
Até
a sanção da proposta orçamentária para 2015 aprovada, o governo continuará
usando um doze avos para o custeio e despesas permanentes.
Agência
Brasil


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