Ministério da Saúde reafirma segurança de vacinas contra covid-19
Governo desmente notícias
falsas e reafirma segurança dos imunizantes.
A ministra da Saúde, Nísia
Trindade, desmentiu, nesta quinta-feira (20), conteúdos de desinformação sobre
as vacinas Astrazeneca e Janssen contra covid-19. Notícias falsas afirmam que o
imunizante foi banido no Brasil e condenam os imunizantes. “Esse episódio eu
classifico como uma fake news. Na verdade, não há nenhuma recomendação de não
uso dessas vacinas. Ao contrário, são vacina eficazes".
Nísia Trindade esclarece que
houve uma recomendação do Ministério da Saúde para que elas sejam usadas na
população que tem a partir de 40 anos. “Nesse momento, eu reafirmo o que o
ministério tem dito: todas as vacinas que tiveram a autorização de uso ou
registro definitivo, que é o caso da vacina Astrazeneca, são vacinas que
oferecem segurança e que nós indicamos a uma faixa etária onde há menos chances
de eventos adversos, que são raros, mas isso é feito sempre considerando os
momentos de uma epidemia e as vacina disponíveis. É uma prática que não tem
nada de excepcional.”
A declaração foi dada a
jornalistas, durante a divulgação do relatório do Fundo das Nações Unidas para
a Infância (Unicef), em Brasília, que aponta redução na vacinação de crianças
entre 2019 e 2021.
Importância da vacinação
A ministra lembrou que todas
as vacinas contra a covid-19 usadas no Brasil foram fundamentais para redução
da hospitalização e do número de mortes pela doença. E destacou a “importância da vacinação em
todas as faixas etárias, tal como preconizamos a vacinação infantil. A
vacinação seguindo o calendário definido pelo Ministério da Saúde”, finalizou a
ministra.
Fiocruz
Em nota divulgada em 14 de
abril, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) veio a público desmentir informações
falsas que circulam há dias em redes sociais sobre Nota Técnica publicada pelo
Ministério da Saúde, em dezembro de 2022. “Com a publicação da Nota Técnica em
questão [do Ministério da Saúde], as vacinas de vetor viral, que incluem o
imunizante produzido pela Fiocruz, passaram a ser recomendadas
preferencialmente para pessoas acima de 40 anos. Não há, portanto,
contraindicação ou proibição para o uso desta vacina para a faixa etária de 18
a 40 anos. O Ministério poderá voltar a recomendar a vacina para essa faixa
etária no futuro, se assim considerar necessário”.
Agência Brasil


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