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Cantor João Lima se entrega à polícia e é preso na Paraíba por agressões contra a ex-esposa.

Cantor se apresentou à Delegacia da Mulher em João Pessoa após decisão da Justiça.

O cantor João Lima se apresentou à Polícia Civil e foi preso na manhã desta segunda-feira (26), após ter a prisão preventiva decretada pela Justiça por violência doméstica contra a ex-esposa, a médica e influenciadora Raphaella Brilhante. Ele compareceu à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), no Centro de João Pessoa.

João Lima foi preso após a repercussão de vídeos divulgados nas redes sociais no último sábado (24), que mostram as agressões contra a ex-esposa. A vítima também recebeu uma medida protetiva após denunciar o caso à Polícia Civil.

A decisão determinou que o cantor ficasse proibido de se aproximar da ex-esposa, de frequentar a casa onde morava e de manter qualquer tipo de contato com ela ou com familiares. A medida estabeleceu uma distância mínima de 300 metros.

De acordo com o advogado Luiz Pereira, João Lima deve passar por exame de corpo delito no Instituto de Polícia Científica (IPC) e, em seguida, por audiência de custódia. Apenas após esses trâmites é que a defesa deve impetrar um pedido de habeas corpus para o cantor.

Em entrevista exclusiva à TV Cabo Branco, exibida nesta segunda-feira (26), a médica e influenciadora Raphaella Brilhante relatou que sofreu agressões durante o casamento com o cantor --- que ocorreu em novembro do ano passado --- , bem como na lua de mel. Segundo ela, o relacionamento durou cerca de três anos e foi marcado por controle desde o início.

Entenda o caso

A Polícia Civil investiga o cantor paraibano João Lima por violência doméstica contra a esposa, após vídeos divulgados em redes sociais mostrarem agressões. A vítima registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de João Pessoa.

Após a repercussão do caso, a esposa de João Lima, a médica Raphaella Brilhante, publicou um texto nas redes sociais onde confirmou publicamente, pela primeira vez, a violência sofrida. Ela relatou que está enfrentando "uma dor que atravessa o corpo, a alma, e a história", e disse que "não há palavras que expliquem o impacto disso na vida de alguém".

A médica, que também atua como influenciadora e soma mais de 600 mil seguidores em apenas uma rede social, disse que "nenhuma mulher deveria precisar chegar a esse ponto para ser ouvida" e reiterou que as medidas legais estão sendo tomadas com respeito à Justiça.

 

Por g1 PB

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