Homem que estava internado com raiva humana morre em Campina Grande.

Imagem ilustrativa - Reprodução internet
Homem foi mordido por um sagui. O diagnóstico de raiva humana
foi confirmado pela prefeitura no dia 22 de dezembro.
O homem internado com raiva humana morreu neste domingo (4)
no Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande. A
informação foi confirmada nesta segunda-feira (5) pelo diretor de Vigilância em
Saúde de Campina Grande, Miguel Dantas.
A vítima, que não teve a identidade revelada, foi mordida por
um sagui no mês de setembro. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS-CG),
o homem não procurou atendimento médico na época. Ele estava sendo acompanhado
por equipes de infectologistas e clínicos.
Os primeiros sintomas surgiram no dia 10 de dezembro, com
internação em unidade hospitalar no dia 13. Antes da realocação para a UTI,
houve piora do quadro clínico do paciente, quando ele precisou ser transferido
para a terapia intensiva.
A prefeitura de Campina Grande confirmou o diagnóstico de
raiva humana no dia 22 de dezembro.
Homem apresentava confusão mental e agitação física
Entre os sintomas apresentados pelo homem, quando deu entrada
pela primeira vez na unidade hospitalar, estavam agitação mental e física,
confusão mental, alteração do nível de consciência, aerofobia, falta de ar e
queda na oxigenação do sangue.
“É o grande erro de todo mundo. Ele tentou alimentar um
animal silvestre. Inclusive, após a mordedura, ele não encontrou mais o animal.
Outro erro: ele também não procurou o serviço de saúde para tratar a mordida.
Inclusive, inchou, causou incomodo, mas ele não procurou. O tratamento
pós-exposição aconteceria nesse momento", afirmou Miguel Dantas.
Em razão do quadro de insuficiência respiratória aguda
associado a instabilidade neurológica, foi necessária entubação do homem e
início de ventilação mecânica invasiva. O quadro clínico neurológico atual dele
é considerado grave.
O homem está em sedação profunda, com instabilidade da
pressão arterial e segue sob cuidados intensivos, com monitorização contínua e
acompanhamento multiprofissional da equipe do hospital.
Por g1 PB

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