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Tota Guedes diz que crise nos municípios só resolve com reforma com reforma feita pelo Congresso Nacional.

Tota Guedes
A Famup e CNM promoveram na manhã desta quinta-feira (19), em João Pessoa, o Seminário Ação Municipalista com a presença de prefeitos de diversos municípios paraibanos. O evento foi realizado na sede da Asplan, na Capital.

O objetivo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e da Famup é levar aos gestores paraibanos as “Perspectivas do Movimento Municipalista para 2015”, tema deste ano do seminário.

O evento foi aberto pelo presidente da Famup, Tota Guedes, que falou das dificuldades dos municípios da Paraíba em administrar poucos recursos para muitos problemas que passam as prefeituras. “Os municípios passam pela maior crise que já se viu”, disse Tota.

Em seguida o deputado Buba Germano, ex-presidente da Famup, anunciou a criação na Assembleia Legislativa da Frente Parlamentar Municipalista. Sua instalação acontecerá na tarde desta quinta-feira no plenário da Assembleia Legislativa.

Também falou o secretário da Articulação Municipal, Waldson Sousa. Ele disse que o governo do Estado está aberto para discutir com os municípios estratégias para que os prefeitos possam melhor administrar seu município.

Já a auditora do Tribunal de Contas do Estado, Maria Zaira Chagas, falou sobre a importância dos municípios treinarem seus funcionários para evitar problemas na prestação de contas da administração, o que acaba gerando processos para o gestor.

Uma palestra para os prefeitos foi proferida pelo consultor da CNM, Eduardo Stranz. Ele falou das dificuldades dos municípios e contou um pouco do que a CNM e a Famup vêm fazendo para benefício dos municípios paraibanos.

Segundo o presidente da Famup, Tota Guedes, o municipalismo tem uma longa pauta para discutir este ano com o governo federal, visando melhorar a situação financeira dos municípios. 

“Os municípios passam por grandes dificuldades e se faz necessário uma maior cobrança ao governo federal dentro do pacto federativo”, diz o presidente da Famup, Tota Guedes.


“Os municípios vão receber a menos 32 por cento de FPM com relação ao ano passado. As receitas não estão acompanhando as despesas e isso cria um problema muito grande para as administrações municipais”, disse Tota Guedes.


Giropb

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