Explosão destrói imóveis e deixa ao menos sete feridos no Rio de Janeiro.
Uma
explosão de grandes proporções no bairro de São Cristóvão, na zona norte do Rio
de Janeiro, destruiu comércios e residências na madrugada desta segunda-feira,
dia 19. De acordo com informações da TV Globo, o Corpo de Bombeiros da capital
fluminense relatou que pelo menos sete pessoas ficaram feridas. Os bombeiros
ainda trabalham à procura de possíveis vítimas embaixo dos escombros.
Após
a explosão, houve um incêndio no prédio. O prefeito Eduardo Paes, que está no
local, disse que “as cenas são impressionantes”, devido à grande quantidade de
ferro retorcido com o impacto da explosão, provocado pelo forte deslocamento de
ar. Paes disse ainda que os bombeiros estão seguindo os protocolos de praxe e
assim que termine a procura por vítimas, o tráfego começará a ser liberado
gradativamente na região.
De
acordo com o Corpo de Bombeiros, a explosão pode ter sido provocada por um
vazamento de gás, devido a botijões instalados clandestinamente no local. O
impacto da explosão foi tão forte que pôde ser ouvido a mais de dois
quilômetros de distância, no bairro vizinho de Benfica. Portas de lojas ficaram
destruídas, janelas de prédios da vizinhança tiveram os vidros estilhaçados e
janelas de alumínio tiveram a estrutura
retorcida.
As
lojas em frente ao local também foram atingidas, como uma agência do Bradesco,
prédios residenciais e lojas. Hoje, por ser feriado do Dia do Comerciário, o
comércio não abre.
Segundo
moradores da região, o restaurante que funcionava no prédio, passou por pequena
reforma recentemente. O prefeito Eduardo Paes disse que foi informado pela
Companhia de Gás do Rio que o prédio não é abastecido por gás de rua, o que
indica que o local tinha botijões. “É mais provável que seja uma explosão de
gás, mas a gente precisa levantar isso com calma. São dados que ainda estamos
levantando”, comentou.
Paes
acrescentou que a prefeitura vai ajudar as vítimas da explosão e que as equipes
da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social já estão no local para
prestar qualquer auxílio que for necessário.
“Vamos aguardar ao longo do dia quais são as reais necessidades dessas
pessoas. Demos sorte na questão da mobilidade, porque como hoje é feriado do
comerciário nós vamos ter um movimento menor nas ruas”.
Estadão



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