Imposto de Renda Zero: saiba quem será beneficiado.
Segundo estimativas do Governo do Brasil, DEZESSEIS MILHÕES
de pessoas deverão ser beneficiadas com a nova regra
Desde 1º de janeiro de 2026, está em vigor a nova tabela do
Imposto de Renda. A principal mudança é o Imposto de Renda Zero para quem ganha
até R$ 5.000 por mês e a redução gradual do imposto para rendas de até R$
7.350.
Segundo estimativas do Governo do Brasil, 16.000.000 de
pessoas deverão ser beneficiadas.
Com a nova regra, ficam totalmente isentos do IR – desde que
a renda mensal total não ultrapasse R$ 5.000 – os trabalhadores com carteira
assinada, os servidores públicos e os aposentados e pensionistas do INSS ou de
regimes próprios.
E é nessa faixa livre do desconto que está o analista
comercial Gabriel Fróes, de 26 anos. Morador da Vila Matilde, na zona leste de
São Paulo, ele conta que o valor retido todo mês fazia diferença no orçamento.
Segundo Gabriel, o alívio no contracheque abre espaço para
planejamento.
“O imposto era mais um desconto [no salário] que dava em
torno de R$ 100. É uma conta que eu deixo de pagar por causa desse imposto. Com
esse dinheiro ficando na minha conta, eu consigo me planejar para fazer uma
viagem, guardar, investir e pagar uma conta.”
Para trabalhadores com Imposto de Renda Retido na Fonte, as
mudanças valem desde janeiro de 2026, com impacto percebido no contracheque de
fevereiro. Já na Declaração Anual do Imposto de Renda Pessoa Física, os efeitos
só aparecerão em 2027, quando serão informados os rendimentos recebidos ao
longo deste ano.
Por isso, além da tabela mensal, a Receita Federal tambémaplicará isenção anual para quem ganhar até R$ 60 mil em 2026. Já quem tem maisde uma fonte de renda precisará complementar o imposto na declaração anual,mesmo que cada rendimento isolado seja inferior a R$ 5 mil.
Para manter o equilíbrio fiscal e compensar a redução na arrecadação, a
legislação prevê um aumento na tributação sobre altas rendas, a partir de R$
600 mil anuais. Nesse caso, a cobrança será gradual, com alíquota máxima de até
10% sobre os rendimentos. Quem já paga esse percentual, ou mais, não terá
alterações.
Saiba mais em gov.br.
Fonte: Brasil 61 -


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